Gatorreis

Gatorrei: você já pegou coisas do tipo!

Olá!

Este post servirá como fonte de pesquisa para muitos professores de Ciências Sociais ministrarem para seus alunos playboys revoltados. Aqui, farei um levantamento antropológico sobre um dos perfis que mais estão em voga na sociedade pós-moderna: GATORREI, um tema já abordado e citado em algumas linhas deste sítio. Aposto que você já viu – e pegou – um tipo desses…
Como sou homem e heterossexual (sou virgem de cu), discorrerei sobre as mulheres gatorrei (pronuncia-se gatorrÉi, mas eliminei o acento pela reforma ortográfica), mas você pode usar o que escrevi e passar para um homem, se você for uma mulher ou fruta. Um gatorrei masculino seria mais ou menos assim. Familiar?

Basicamente, gatorrei é um indivíduo que não tem espelho em casa. Não é o demônio em forma de gente, mas também não é Carmen Electra: é alguém que, na média, é feio, mas tem no mínimo um atributo que salve a pele, nomeadamente rostinho bonito, voz sexy, roupas estilosas, cheiro bom peitão e bundão. Normalmente, peitão e bundão são o que fazem com que as gatorrei sejam visadas por homens e tidas como um plano B, C, D… outro ponto é que as gatorrei se acham tão maravilhosas quanto a deliciosa Mila Jovovich e ficam putas quando levam botas de caras tidos como bonitos.

Não existe mulher feia…

Isto é um ponto vital a ser tratado, a vida sexual das gatorrei… ou, no mínimo, a sua ‘eficácia’ em pegar garotos em baladas. Segundo o Censo Universal do Largo 13 de Maio, Capão Redondo, e arredores (Culargoredondo), as gatorrei são as meninas que mais passam o rodo nas baladas. Alguns pesquisadores nerds (aqueles que não pagam ninguém trabalham para o Culargoredondo) infiltraram nas baladas bregas da Vila Olímpia e da Zona Norte e detalharam o sucesso das gatorrei nos rolês. Vamos lá:

Primeiramente,  lembre-se que as Gatorrei têm uma auto-estima não condizente com sua real situação de beleza; logo, pensam que ‘yes, we can’, e saem inabaladamente atrás dos caras mais apetecíveis da balada – os bombadinhos, riquinhos e reboladores de merda -, levando devidas botas. Levaram toco porque deram o bote no momento certo, pois a bebida alcoólica não fez plenamente o seu trabalho, que é deixar gatorreis bonitas.

Okay, as gatorrei, que normalmente são insaciáveis, descem um pouco o nível e passam a cortejar os rapagotes ‘normais’, que eu imagino que seja o meu caso. Como disse um filósofo moderno, ‘não existe mulher feia  e sim pouca vodka’ – como ainda está cedo e o show do Exaltasamba ainda não acabou, a vodka ainda não fez a porra do seu trabalho. Mais uma botinha, guria!

Lembre-se, todavia contudo porém, que as gatorrei não desistem NUNCA e a chance de uma gatorrei zerar em uma balada é igual à chance de eu ir para a cama com irmãs gêmeas lésbicas, gostosas e safadinhas. Aliás, outra: gatorreis femininas nunca pegam gatorreis masculinos, pois eles são feios, gordos e o cabelo deles não agrada. Logo, as gatorrei esperam, pacientemente, que o etanol penetre as mentes sãs dos rapazes não-gatorreis, transformando seus cérebros em um grande souflê de chorume e sarapatel.

Lá pelas cinco, os bombadinhos já pegaram umas três. Daí, pensam: ‘posso pegar aquela escrota e aumentar as minhas estatísticas’. Também há a caridade inerente do ser humano, e os caras pensam em fazer uma gordinha feliz. Vão lá e fazem o serviço. Limpam a bucha de canhão, sem ao menos perguntar o nome da infeliz.

PS:  A Gatorrei já tratou de pegar o telefone e o MSN do pagodeiro bombadinho e está disposta a ligar para ele assim que acordar (e comer nhoque) no dia seguinte.

Gatorrei de Diadema

Há também o resto da meninada, os que levaram toco das gostosinhas durante toda a noite e que também estão inebriados pelo lisérgico efeito da cachaça. Assim, eles identificam, ao longe, um ser que parece ser uma menina. De perto, eles pensam: ‘nem é tão feia assim; até que tem uns peitão’. Como gatorreis são fácies, é caixa. E os nerdinhos não zeram na balada, ficam felizes, bebem mais para comemorar, chegam e casa e gorfam a coxinha pré-balada.

A gatorrei TAMBÉM pega os contatos do infeliz. Aliás, gatorreis SEMPRE PEGAM CONTATOS e atormentam as mentes dos menininhos, que nem lembram das merdas que fizeram na noite anterior. Lembre-se disso e finja que esqueceu o número de seu telefone, ou minta – mas, de tão bêbado que você vai estar, é possível que você esqueça como se esqueça algo ou como se minta.

É IMPOSSÍVEL que você não tenha pego uma gatorrei na sua vida e que você não se identifique com essa porra toda. Aliás, todas as pessoas que beijam e/ou fodem já passaram por isso. Por isso, a utilidade acadêmica da minha tese para os playboys aspirantes a sociólogos. Geisy Arruda, Preta Gil, Waleska Popozuda e a mina que você perdeu o BV e a virgindade são, inexoravelmente, exemplos irredutíveis de gatorrei.

Aliás, que vocês durmam pensando na últma gatorrei que vocês pegaram. E que no JUCA eu não encontre aquela gatorrei do ano passado. Beijos!

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1 Comentário

  1. […] de um garotinho beijar uma menina é aproveitar as gordinhas safadinhas (também conhecidas como gatorréis) que não pegam nem os rapazes da sétima e convidá-las para o jogo ‘verdade ou desafio’, […]


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