Trubufus da minha vida

Oi, galera! Espero que vocês não tenham sentido muita falta do Quengaral.

Minha rotina tá tensa, como a de vocês, e é muito difícil conciliar. Blá, blá, blá.

Ah, recriei um blog sério, o Vossa Insolência. Mas cara, basicamente pra copiar e colar trabalhos da facul onde eu possa mostrar uma faceta mais comum e não tratar de nada mais sério aqui e para eu colar no meu currículo e nos meus e-mails.

Esse post vai falar da atração que trubufus do mais feio calibre têm por mim, mas antes deixem-me mostrar a minha nova cara barbada, atendendo às solicitações de muitas cabrochinhas da PUC e do Raul Galhardi, que supos – acertadamente, diga-se, que eu pareceria um turco-terrorista-malvadão. O que acham?

O boné é porque meu cabelo tava zoado

Bom, assim como a região nordeste, tão amada por Mayara Petruso, eu me declaro, oficialmente, na seca. Quem quiser me pegar deixa um comentário abaixo.

O foda é que eu tenho alguma coisa que só me faz atrair assombração. Diria Chico Xavier que em uma vida passada eu devia ter pego muita mulher gata, me aproveitando delas e jogando fora como uma seringa hospitalar com Voltaren. Agora, para sanar a dívida, terei que transar com peixes-bois e meninas espinhentas até o fim da vida, é isso?

É tipo essa morsa aí. Cara, pêlo entre os peitos eu não conhecia!

Não que eu seja o cara mais bonito do Universo. E, levando em conta a barriga que adquiri nos anos de unversidade, eu não sou um modelo a ser seguido. Mas eu imagino que eu mereça coisas um pouco melhores.

Vou separar uns episódios aqui em subtítulos, ok?

Jurubatuba feelings chapter three:

Pior que um trem lotado (que por sinal eu não pego mais, porque achei um caminho mais bacana de ônibus) e a iminência de levar um tiro na nariga entre a Interlagos e a Washington Luís é receber cortejos da empregada mais feia que eu já vi.

Assim, o meu trabalho já tem a desvantagem de ter uma única moça bonita, que é a minha chefe e 11 anos a mais do que eu. Sabe aquela tradicional pegada ocasional após o trabalho? Aquela cervejinha bonita? Então, em Jurubatuba não tem isso aí não.

Legal. Já estou lá há três meses e já estou acostumado à sina de não pegar ninguém de lá.

O foda é que pelo que parece, a tal empregada (nada contra empregadas, mas essa é foda) curtiu a minha carinha costurada de pêlos grossos e a união indissolúvel entre costeletas, barba, bigode, sombrancelha, cabelo e pezinho mal-feito.

PORRA! É pras indiezinhas gostosas da PUC curtirem a minha barba. DEUS, EU NÃO COMBINEI ASSIM COM VOCÊ!

Mas, Murphy e sua lei atuando, o que aconteceu foi o baiacu rajado da Indonésia ter curtido.

Agora, a mulher atrapalha o meu trabalho, pedindo, três vezes por dia, para eu procurar receitas na internet pra ela fazer só pra chamar a porra da minha atenção. Eu não quero comer javali com manga, canapé de patê de fígado com melão e estrogonofe de telha. Faz feijão, porque essas receitas fazer o meu CorelDraw travar, cazzo!

Outro dia, minha chefe saiu e eu fiquei sozinho na minha sala. Pra quê? Levei o cheiro no ouvido mais estralado e babado das Idades Moderna e Contemporânea.

Para fechar, ontem a desgraçada descobriu que eu tinha pêlo no peito. Mas meu, pêlo no peito é nojento, eu reconheço. Mas parece que ela curte! E ainda ficou cheirando o meu cangote, na frente de todo mundo. Cara, e esse negócio de ‘não existe mulher feia, existe puca vodka’, nesse caso, não rola. Aliás, falando nisso…

JUCA 2009 – A menina mais feia que eu já beijei na minha vida

No JUCA do ano passado, a frase acima teve o seu sentido posto à prova. Eu ainda fiquei com duas meninas bem apessoadas naquele ano – aliás, uma era really gata, a outra era tipo o meu nível -, mas eu chutei o pau da barraca.

Foi o seguinte. Eu e uma galerinha gente fina da minha sala ficamos no mesmo quarto. Dividimos o mesmo aposento por quatro dias com outros indivíduos, incluindo uma patota divertida do curso de publicidade e propaganda e um japonês que viajou para o interior de Minas para dormir durante 96 horas em cima de um colchonete e um pedaço de papelão.

Aliás, a gente saía do alojamento para assistir aos jogos e o japonês – que a partir de agora será chamado de Sadao Watanabe – estava dormindo. Ok, voltávamos e o Watanabe estava lá, dormindo. Íamos jantar, tomávamos banho e ficávamos cheirosos para as baladas e aquela porra de asiático estava lá. Voltávamos bêbados, de manhã, e lá estava o infeliz. E o pior é que eu só me lembro dele usando camisetas brancas – o que me faz supor, nada mais que isso, que ele não tomou banho durante todo esse tempo. O normal é passar quatro dias sem fazer cocô, fazendo jus à estrofe

‘Quatro dias sem cagar

Comigo veio,

Comigo vai voltar!’

Ah, e nunca mais vimos o indíviduo de raça amarela. Nem no ônibus de volta e nem na PUC em mais de um ano. Cara, eu acho que ele era Jesus. Dizem que Jesus sempre visita a Terra nas situações mais inusitadas, certo? Então…

Bom, que se dane o Sadao.

No meio da patota de PP tinha uma menina. No frio lazarento de MG, pensei: ‘ela parece uma laranja de redonda, mas deve ser por causas das roupas que ela usa pra se esquentar’.

Pois é, no último dia de balada eu acabei me desgarrando intencionalmente do meu grupinho pra tentar arrumar alguma cocota apresentável para dar umas bitoquinhas. Após algum tempo, me juntei á patota publicitária e vi que não ia evoluir muito com aquele pessoal.

No tempo que passei com esse povo, foi impressionante a quantidade de catuaba que eu tomei. Ok, catuaba não tem tanto álcool. Mas toma uns 15 copos cheios pra você ver…

Daí olhei para a menina redonda, que a partir daqui chamaremos de Boranga e pensei: ‘Cara, a culpa é das roupas de frio. Aliás, ela ficou bonita do sétimo copo pra cá… preciso me livrar desses preconceitos! E ela tem cheiro de mousse de batata, que delícia. Ok, buddy, vamos lá.’

Pois é, voltamos no meio do barro e, no último banco de um ônibus deprimente e com cheiro de ônibus, eu cometi uma das maiores merdas que a família Carvalho Lira cometeu. Bom, por sorte eu não brinquei de fazer neném, porque, chegando ao quarto,  já tinham algumas pessoas acordadas e o nosso glorioso  Sadao Watanabe, óbvio, em um sono de dar inveja aos workaholics insones de nosso país.

No dia seguinte, em que estávamos voltando para São Paulo, fez um sol da porra. Há! Terei a chance de saber se a guria era gorda ou eram as roupas.

Cara, eu juro pra você. Ela tava com uma blusinha que deixava os braços à mostra. Ela não era gorda – ERA EX-GORDA! Ao que parece, tinha feito uma cirurgia de redução de estômago que a fez ficar pelancuda .

Eu passei três dias bebendo que nem um cachorro, comendo putaria e cheio de merda na barriga sem passar mal. Mas naquele momento eu pensei que  ia sair gorfo de mim como num gêiser venezuelano.

E cara, ainda tem muito mais! Mais acho que dá pra dividir isso e contar depois.

Vou tentar escrever com mais frequência – e ficar com pessoas bonitas!

Anúncios

6 Comentários

  1. Ah, eu senti falta do quengaral. =P

    Eeentão o meu querido amigo jornalista-esquerdista-nordestino-do-Sacomã tá atraindo as empregadas do meu Brasil ?! hauehauehuaheuahuehuaheu Boa sorte com isso! Quem sabe com uns goles de Ypioca ela fica mais jeitosinha, aí vc vai ter outra história pra contar, tipo essa do JUCA.. que aliás, queria ter visto! Kkkkkk

    bjoos

  2. Jamais pegue mulher do lugar de trabalho, Adriano….!

    Onde se ganha o pão não se deve provar da carne.

  3. saudades disso aqui!

    • Percebe-se o quanto a Lari tá ocupada no trampo dela pela profundidade do comentário. Férias?

      • han, mas que impertinente!
        Eu A-P-O-S-T-O…trab MTU mais que vc, mero assessor de mierda!


Comments RSS TrackBack Identifier URI

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s