E aí a gente precisou fazer um TCC

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Eu, Amanda e Lari em Woodstock, 1969

Resolvi tirar um fds sabático. Em vez de álcool e drogas, resolvi me dedicar a um jogo do Megaman e à trilogia dos Jogos Vorazes. Depois que eu me formei, resolvi me “desintoxicar” daquele monte de nhenhenhe e voltar à inofensiva alienação que me permeava até os 18 anos.

De qualquer forma, tive tempo suficiente para pensar no que escrever para o Quengaral, um ano após o post do japonês que ficou aqui em casa. Daí, me lembrei que no ano passado eu fiz um trabalho de conclusão do curso – o tal do TCC – e que a gente riu litros até deixar esse negócio pronto.

Por isso, conheça a história de três jovens que se enfurnaram no maravilhoso mundo da cultura alternativa do país. Detalhe: até então, o mais alternativo na vida desses jovens eram camisas xadrez. Vem comigo.

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E aí um japonês veio ficar aqui em casa

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Só tive que censurar as tetinhas do meu irmão

Será que vocês sentiram falta do Quengaral? Alguém pelo menos se lembrava dele? Não? Tudo bem.

Tá muito frio, então eu resolvi escrever alguma coisa aqui.

Vou contar pra vocês uma história meio velha, mas que aconteceu bem depois do longo tempo sem postagens neste blog. Um tempo atrás, eu fui pro Japão. Acho que contei algo do tipo pra vocês. Daí, um dos meus amigos simplesmente teve a ideia de vir para o Brasil e visitar todos os amiguinhos deste país tropical. Um deles sou eu. Esse menino – um simpático japonês chamaddo Satoshi Kawamorita – passou por poucas e boas no nosso país. E é das aventuras do Satoshi que nós vamos falar hoje.

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Dinâmicas idiotas de emprego…

Me chupem-me!

post abaixo me fez ter um assunto para escrever nesse feriado tão propício ao tédio: hoje o Quengaral vai fazer um perfil antropológico de um dos eventos mais nojentos da vida de qualquer desempregado – as fatídicas dinâmicas de emprego. Nessas ocasiões, dominadas pela falsidade e por um amor incondicional a empresas que nunca ouvimos falar, as pessoas falam as maiores besteiras de suas vidas só para alegrar profissionais de RH, que se acham psicólogos, mas são uns pamonhas.

Boa parte dos processos seletivos hoje são chatos exatamente por conta dessas dinâmicas filha das puta. Em vez de uma prova pela internet e uma entrevista com aquele que pode ser o seu chefe, você tem que passar por 28 tipos diferentes de dinâmicas idiotas, que sempre duram quatro horas – aproximadamente o meu período de sono todas as noites. Vamos passar por vários dos clichês dessa merda, do perfeccionismo aos candidatos que falam 17 línguas, e provar por A mais B o que todo mundo já sabe: essa porra não serve pra nada.

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Sobre burrice e motivação…

Que bosta...

Sinto saudade dos burros de antigamente, tipos cada vez mais raros de se encontrar nos escritórios, bancos, lojas, consultorias e assessorias de imprensa do nosso Brasil. Acompanhamos a ascensão de um novo tipo de estúpido, que infesta todos os postos de trabalho: o burro motivado. A moda hoje é contratar uma psicóloga gordinha e aparentemente satisfeita com a vida para fazer aquele burro “genuíno”, de antigamente, se tornar um burro que se acha motivado, feliz e – pasmem – inteligente!

Não há nada pior que um burro motivado. Tenho certeza que você trabalha com alguém que afixou na parede uma folha colorida, do tipo “10 passos para ter uma vida feliz” e te manda powerpoints com histórias de superação enviadas pela tia diabética, a Dona Vânia, com pessoas sem braço, sem perna e sem fígado, mas que se deram bem na vida. O problema é que não conheço nenhuma história de superação de pessoas sem cérebros e tão inteligentes como um crepe de maçã.

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Daí eu fui em um show de rock

Essa foto é brinks rs

Sempre me sinto na obrigação de mostrar algum sinal de vida aos poucos milhares de leitores do Quengaral, que não têm obrigação de seguir um blogueiro relapso e acessar esta página todos os dias. Aliás, mentira, o único objetivo desse blog é de que as pessoas leiam isso e me alcem ao limbo das subcelebridades da internet. xD

Hoje o tema da postagem é coerente ao título do texto. Ontem, fui um dos privilegiados a assistir aos shows da antes fuderosa banda Cobrabranca e dos deuses metálicos do Padre Judas. Por mais que tenha sido uma experiência legal, sempre tem algumas coisinhas que tornam um show de rock algo extremamente pitoresco, e é sobre isso que vamos falar hoje. O povo feio, a cerveja cara, as drogas, os bate-cabeças (é assim mesmo que escreve?) e como é ser encoxado ao som de Love Ain’t no Stranger…

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Excitante, não?

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Animaizinhos de estimação

O Gotenks é malaco pra caralho!

Vou aproveitar o meu último fim de semana de férias para escrever aqui. As visitas estão raras, acho que as pessoas realmente acharam que se livraram do Quengaral. Mas não é assim que funciona, bando de bastardos imundos e tísicos.

Na verdade, esse post ia ser em vídeo. Já há algum tempo eu planejo fazer algo gravando na minha bela câmera Pentass (ou na minha webcam mesmo), mas tenho vergonha de ser pego pelos meus pais falando palavrões e obscenidades trancado no quarto. Tenho medo que a família pense que eu sou um daqueles caras que coordena ataques de ódio pela internet, ou que mostra o pênis para garotas gordas que adoram ver pica pela internet. E como eles nunca saem de casa, fica difícil. Meu irmão ama absolutamente tudo o que eu faço, então se ele visse eu gravando algo, provavelmente ele iria querer assistir e falar para a minha mãe que eu falo palavrões um tanto quanto sujos.

De qualquer forma, acho que quem escreve e faz as pessoas rirem tem mais talento que um stand up guy, porque eu tenho menos recursos, menos caretas, menos feiúra. É só o meu texto. Enfim, ainda vou fazer essa merda, talvez quando eu me mudar para o Japão (ok, quando eu comprar um barraco em Seropédica, melhor assim?).

Adoro esse nome. Seropédica. Me lembra pé, e tem gente que não gosta de pé, mesmo após um banhinho que tira todo aquele cheiro de parmesão que empesteia os quartos dos trabalhadores.

Desculpem toda essa brisa. O tema que me fez sentar e escrever hoje é um dos muitos traumas que permeiam a minha personalidade: eu nunca tive um bicho de estimação legal.

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Desculpem a demora

Olha, poderia dar milhões de desculpas por ter passado tanto tempo sem escrever…

Não quero falar com wordpress, tá bommm?

…mas não interessa, palhaços!

Brincadeira. Nesses meses todos longe, fiquei surpreso pela movimentação que essa porcaria de blog ainda tem. Por exemplo, o meu blog sério e sem graça, que mostra o meu lado “jornalista consciente que os professores querem levar para o marxismo”, apresenta a grandiosa média de 0,33 visitas por dia. Isso é, já que vocês querem ler besteira e as férias estão chegando, resolvi reativar o meu amado blog! Aposto que você não está fazendo nada útil, então “leia mais”. Caso contrário, você vai arder no mármore do inferno!

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