Post sem título #2

I love pizzas

Olá, povo fofucho da minha vida.

Não tenho NADA pra fazer. Aliás, até tenho, mas tá passando Calcinha Preta na TV e tenho que assistir junto com minha família, retrato social do brasileiro popular. Logo, resolvi escrever sem rumo e objetivo… exercitando o meu prazer de escrever – ou passando meu tempo – ou fazendo as pessoas chegarem aqui, curiosas, e perceberem que o post tava uma merda… bah, tudo bem.

A primeira coisa que é interessante falar: ESSE KASSAB É UM FILHO DA PUTA! Eu acho que ele só não proíbe pobre de andar na rua porque não pode. Como pode, né, o cara não tem nada pra fazer no gabinete… aí fica escrevendo uma porção de bosta… restringe motoqueiro na marginal, fretado nas ruas, pobre na Berrini e coisas do tipo. Eu gostaria que uma mandioca adentrasse o seu ânus, restringindo este imbecil de viver em sociedade. Aliás, se teve uma coisa que eu fiz de errado nessa vida, foi ter votado nele. Acho que vou pro túmulo arrependido.

Uma sugestão de leitura: o menino que gozou no Dreamcast. ÉééÉé… isso mesmo. Tava tocando uma bronha e esporrou na manivela. Leia. 

Nunca jogue playstation no Ceará:

 

E esse caralho de BBB, heeem? O foda é que fazia tempo que eu não assistia a esse tipo de coisa… mas o Twitter e os meus amigos do BaresSP ficam falando nisso o dia todo – e como eu me sinto triste quando não saibo das coisas, comecei a dar uma olhadinha também. Aliás, os Trending Topics do Twitter só falam bosta: #ficalia / #ficadourado / #douradothefuckingking / #horadoplaneta. Aliás, houve essa tal Hora do Planeta aí.

Mas se pá não me avisaram.

Ou então nessa hora eu tava dormindo e tava tudo desligado. No dia mundial sem carro, vai chover, alagar e TODO MUNDO vai estar com Fiat Palio 99. Aliás, que hipocrisia, né?

No Dia Mundial da Água, o UOL azul, o Estadão azul, a minha benga azul. Não era mais fácil não publicar o jornal desse dia. Ia ocorrer muito menos desperdício e as pessoas poderiam ouvir menos merda. Aliás, que a Veja se dane. Que a Carta Capital se dane. Vou largar jornalismo e virar eremita no Pacífico.

Quanto mais a gente ganha dinheiro, tem um padrão de vida melhor, tudo vira bosta, né?

Então, acho que vou pra roça, viver lindamente. Mas antes preciso comprar um notebook da Dell pra me acompanhar.

Que mundo hipócrita!

Não sei porque eu pus isso aqui

O que interessa é que a publicidade evolui muito, não?

De buenas, acho que eu bebi cachaça e não tenho mais o que fazer. Meishmo. Antônio Nunes. Pá!

Uma vez me falaram que eu escrevi que nem o José Simão, da Folha. Só pra constar. Quem pensou nisso, VAI TOMAR NO CU!

Quer saber? Vou ter uma semana para escrever. Afinal, a Páscoa só serve para se empanturrar e fazer idiotices. E não há nada mais idiota do que escrever num blog com vodka e ovo de páscoa na pança, falaê.

:*

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Post sem título

Tá osso, véi!

Estou escrevendo hoje porque não tenho mais nada pra fazer. Porra nenhuma. Mas decidi que, como vou deixar o blog meio abandonado nos dias da semana, tenho que me esforçar e abastecer esta página com posts mais ‘completos’ aos sábados e domingos.  

Só que há um pequeno problema: Não tenho o que escrever, não estou inspirado.  Na verdade, tô com uma dor modafoca na região do cóccix (parece que uma girafa me arregaçou virulentamente há algumas horas) e comi bolo quente: assim, estou com dor e peidando mooointo  exalando indol, escatol e sulfeto de hidrogênio ao redor da sala de estar.  

Na televisão, meu pais assiste aos popularescos programas de domingo, brigando com minha mãe pelo controle remoto. Faustão x Milton Neves. Dá até pra avaliar se não seria melhor se estivesse sendo enrabado por um animal com um falo enorme. Não, nada de ser sodomizado por um animal; melhor persuadir o porco meu irmão a ligar o Playstation. E só desligar após o BBB. #dourado facts é a coisa mais bacana desse reality show. Alias, não sei como a galera consegue assistir à mesma coisa DEZ VEZES. Tá, não serei hipócrita; quando eu tenho um tempinho, eu assisto. O Dourado é engraçado 😀  

Que merda... dois garis do alto de suas vassouras...

Ano que vem, mandarei uma fita minha para o BBB. Aliás, adicionarei pessoas pelo Twitter e serei uma subcelebridade virtual, como a @twitess — isto é, o cúmulo das pessoas que acham que são alguma coisa mais são menos importante que os garis, os mais baixos da escala do trabalho. Falando em gari, a Band conta com Milton Neves, Luciano do Valle, Datena, Ricardo Boechat e Bóris Casoy. A emissora não tem um departamento de jornalismo, e sim uma metralhadora de bosta. Nem no Zorra Total você encontra tantos dejetos.  

Desde ontem, estou usando óculos. Para completar, eu tirei a barba, o que me deixa com um ar nerd e responsável. Já tentei disfarçar, mas não consigo: sou um nerd idiota. Mas ser responsável também é demais. E tem outra: eu tô bebendo menos. Uso óculos, pareço e sou nerd, tirei a barba e bebo pouco. Vou começar a ouvir Metal da Escandinávia e parar de pensar em mulher. Vou largar a PUC e partir para o Mackenzie. Pronto, me tornei um filho da puta. Vamos todos caçar comunistas.  

E este terremoto de agora? Meu, o destino é foda. A gente até pensa em duvidar se @OCriador existe. Porque quando o país é pobre, acontece um terremoto e uma cambada de gente pobre e humilde vai pro saco — mais de 100 000 pessoas foram para um lugar melhor que o Haiti. Aliás, o Inferno deve ser mais fresco e ter mais comida.

  

 Agora, em um terremoto em um país marromeno, morrem muito menos pessoas, entre 700 e 800, caem uns prédiozinhos lá e a ameaça de tsunami no Pacífico aumenta as ondas em apenas 1,5m, deixando o mar propício para playboys loirinhos e desocupados surfistas que estão no Havaí bancados pelo pápis.  

E essas Olimpíadas de Inverno? O pior é que, pelo o que eu percebi, foi um relativo sucesso de audiência. Desde quando eu assisti o fuderoso ‘Jamaica Abaixo de Zero’, sonhei em ser um atleta do bobsled. Infelizmente, de uns dez anos pra cá, a barriga me impediu de perseguir essa predigiosa carreira. Agora, descobri o Curling, o esporte das préda e das vassourinha. O curling é o cúmulo do esporte nerd e sedentário. Aliás, aquelas vassourinhas são super-estilosas. Poderíamos treinar os garis, o mais baixo na escala do trabalho. Nada contra os garis, mas esse Bóris Casoy é uma vadiazinha e qualquer coisa vira pretexto para xingá-lo. Torço para que o animal, aquele do início do post, sodomize este velho até que sua rola atravesse aquela boca sem dentes. Aliás, que sodomize o Kassab, o Arruda e o Vágner Love…

Meu Jesus. Até que, para quem não tinha o que escrever, saiu alguma coisa. Sem nexo, sem tema. Mas eu não ligo. Até achei um bom texto. Seria legal fazer um destes bêbado. Pensarei no caso. Por enquanto, ficamos por aqui. Agora, vá ler um livrinho.  

Agora, minha mãe pegou no controle remoto e pôs no Gugu. Eu tô é fudido mesmo!