Ah, o happy hour…

É impressionante como a minha internet teima em falhar aos domingos. 

 No dia em que eu estou em casa, sem absolutamente NADA a fazer a não ser coçar freneticamente o meu saco, a porra da minha conexão de internet cai sem motivo aparente. Daí, não cumpro a promessa de escrever algo novo no blog e todos pensam: ‘ah, o Adriano é um vagabundo!’ Não que eu não seja um, mas adoro escrever idiotices, em vez de coisas interessantes para a minha ascensão profissional – e faço questão de atualizar o Quengaral quando tenho a oportunidade.    

De qualquer forma, as imagens dos gráficos do último post tavam dando problema – aqui aparecia normal, mas em outros lugares, não – de qualquer forma, fiz upload das fotos na internet e espero que não dêem mais problemas. Apreciem sem excesso o próximo post também. E todos os outros. Continuando a série de posts sobre o trabalho, vamos falar hoje sobre o happy hour, momento mais sagrado do que o sábado judaico, o domingo cristão e a quarta do Zeca Pagodinho juntos.  A sexta-feira, para o trabalhador assalariado e universitário vagabundo, é o melhor dia da semana. Mesmo o sábado e o domingo servindo de descanso, não há nada melhor do que falar para o chefe ‘Tchau, seu filho da puta . Até semana que vem’ e não ouvir reclamações por dois dias, além de usar indiscriminadamente  twitter e orkut até dar gangrena nos dedinhos.     

 Após se despedir afetuosamente do patrão, você reúne a galerinha sedenta por uma cerveja para se sentar em algum moquifo qualquer – e aí começa a merda.   Continue lendo

Post sem título

Tá osso, véi!

Estou escrevendo hoje porque não tenho mais nada pra fazer. Porra nenhuma. Mas decidi que, como vou deixar o blog meio abandonado nos dias da semana, tenho que me esforçar e abastecer esta página com posts mais ‘completos’ aos sábados e domingos.  

Só que há um pequeno problema: Não tenho o que escrever, não estou inspirado.  Na verdade, tô com uma dor modafoca na região do cóccix (parece que uma girafa me arregaçou virulentamente há algumas horas) e comi bolo quente: assim, estou com dor e peidando mooointo  exalando indol, escatol e sulfeto de hidrogênio ao redor da sala de estar.  

Na televisão, meu pais assiste aos popularescos programas de domingo, brigando com minha mãe pelo controle remoto. Faustão x Milton Neves. Dá até pra avaliar se não seria melhor se estivesse sendo enrabado por um animal com um falo enorme. Não, nada de ser sodomizado por um animal; melhor persuadir o porco meu irmão a ligar o Playstation. E só desligar após o BBB. #dourado facts é a coisa mais bacana desse reality show. Alias, não sei como a galera consegue assistir à mesma coisa DEZ VEZES. Tá, não serei hipócrita; quando eu tenho um tempinho, eu assisto. O Dourado é engraçado 😀  

Que merda... dois garis do alto de suas vassouras...

Ano que vem, mandarei uma fita minha para o BBB. Aliás, adicionarei pessoas pelo Twitter e serei uma subcelebridade virtual, como a @twitess — isto é, o cúmulo das pessoas que acham que são alguma coisa mais são menos importante que os garis, os mais baixos da escala do trabalho. Falando em gari, a Band conta com Milton Neves, Luciano do Valle, Datena, Ricardo Boechat e Bóris Casoy. A emissora não tem um departamento de jornalismo, e sim uma metralhadora de bosta. Nem no Zorra Total você encontra tantos dejetos.  

Desde ontem, estou usando óculos. Para completar, eu tirei a barba, o que me deixa com um ar nerd e responsável. Já tentei disfarçar, mas não consigo: sou um nerd idiota. Mas ser responsável também é demais. E tem outra: eu tô bebendo menos. Uso óculos, pareço e sou nerd, tirei a barba e bebo pouco. Vou começar a ouvir Metal da Escandinávia e parar de pensar em mulher. Vou largar a PUC e partir para o Mackenzie. Pronto, me tornei um filho da puta. Vamos todos caçar comunistas.  

E este terremoto de agora? Meu, o destino é foda. A gente até pensa em duvidar se @OCriador existe. Porque quando o país é pobre, acontece um terremoto e uma cambada de gente pobre e humilde vai pro saco — mais de 100 000 pessoas foram para um lugar melhor que o Haiti. Aliás, o Inferno deve ser mais fresco e ter mais comida.

  

 Agora, em um terremoto em um país marromeno, morrem muito menos pessoas, entre 700 e 800, caem uns prédiozinhos lá e a ameaça de tsunami no Pacífico aumenta as ondas em apenas 1,5m, deixando o mar propício para playboys loirinhos e desocupados surfistas que estão no Havaí bancados pelo pápis.  

E essas Olimpíadas de Inverno? O pior é que, pelo o que eu percebi, foi um relativo sucesso de audiência. Desde quando eu assisti o fuderoso ‘Jamaica Abaixo de Zero’, sonhei em ser um atleta do bobsled. Infelizmente, de uns dez anos pra cá, a barriga me impediu de perseguir essa predigiosa carreira. Agora, descobri o Curling, o esporte das préda e das vassourinha. O curling é o cúmulo do esporte nerd e sedentário. Aliás, aquelas vassourinhas são super-estilosas. Poderíamos treinar os garis, o mais baixo na escala do trabalho. Nada contra os garis, mas esse Bóris Casoy é uma vadiazinha e qualquer coisa vira pretexto para xingá-lo. Torço para que o animal, aquele do início do post, sodomize este velho até que sua rola atravesse aquela boca sem dentes. Aliás, que sodomize o Kassab, o Arruda e o Vágner Love…

Meu Jesus. Até que, para quem não tinha o que escrever, saiu alguma coisa. Sem nexo, sem tema. Mas eu não ligo. Até achei um bom texto. Seria legal fazer um destes bêbado. Pensarei no caso. Por enquanto, ficamos por aqui. Agora, vá ler um livrinho.  

Agora, minha mãe pegou no controle remoto e pôs no Gugu. Eu tô é fudido mesmo!