Ah, o happy hour…

É impressionante como a minha internet teima em falhar aos domingos. 

 No dia em que eu estou em casa, sem absolutamente NADA a fazer a não ser coçar freneticamente o meu saco, a porra da minha conexão de internet cai sem motivo aparente. Daí, não cumpro a promessa de escrever algo novo no blog e todos pensam: ‘ah, o Adriano é um vagabundo!’ Não que eu não seja um, mas adoro escrever idiotices, em vez de coisas interessantes para a minha ascensão profissional – e faço questão de atualizar o Quengaral quando tenho a oportunidade.    

De qualquer forma, as imagens dos gráficos do último post tavam dando problema – aqui aparecia normal, mas em outros lugares, não – de qualquer forma, fiz upload das fotos na internet e espero que não dêem mais problemas. Apreciem sem excesso o próximo post também. E todos os outros. Continuando a série de posts sobre o trabalho, vamos falar hoje sobre o happy hour, momento mais sagrado do que o sábado judaico, o domingo cristão e a quarta do Zeca Pagodinho juntos.  A sexta-feira, para o trabalhador assalariado e universitário vagabundo, é o melhor dia da semana. Mesmo o sábado e o domingo servindo de descanso, não há nada melhor do que falar para o chefe ‘Tchau, seu filho da puta . Até semana que vem’ e não ouvir reclamações por dois dias, além de usar indiscriminadamente  twitter e orkut até dar gangrena nos dedinhos.     

 Após se despedir afetuosamente do patrão, você reúne a galerinha sedenta por uma cerveja para se sentar em algum moquifo qualquer – e aí começa a merda.   Continue lendo

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Barriga feladaputa

Tá foda, man;

Estou absurdamente revoltado com a minha forma física.

Hoje, acordei tarde, porque tive uma noite divertidinha pela Avenida Paulista (pegando o ônibus pro glorioso bairro do Sacomã 1:30 da matina e puto porque o pessoal que foi ao Metallica estava gritando e jogando cerveja para o alto – que inveja!), acordei com uma pança modafoca. Estou parecendo um híbrido de porco com Homer Simpson.

A minha amada mãe diz que, a cada dia que passa, o ser humano atinge cada vez mais longevidade – Dercy Gonçalves, Sílvio Santos, Hebe Camargo e Oscar Niemeyer  são exemplos de seres com mais de 30 séculos. Porém, é impressionante como a gente fica velho e feio cada dia mais cedo.

No meu caso, provavelmente aos 25 anos eu aparentarei ter uns 40, por fatores dos mais variados.

Fatores hereditários são uma bosta; você não pede pros seus pais te parirem, eles ainda te dão um presente: predisposição para amar cachaça e uma tendência filha da puta para a calvície. Homens, naturalmente, são horríveis. Agora vocês imaginem este rapaz narigudo sem um fio de cabelo na cabeça e com uma semana sem fazer a barba. É, mais ou menos isso. Pelas minhas previsões, tenho uns 7 anos de cabelo. Portanto, é bom eu arranjar uma mina agora, porque mais tarde ninguém vai me querer…

Outra coisa, eu curto beber um pouco. O maior motivo da minha revolta com o meu corpo é a barriga que estou ostentando: a pança parece um tonel de banha de cabrita. Passei o último mês sozinho, sem mamãe nem papai; logo, entornei 200 galões de cerveja nestas férias. Quando mamãe voltou, estava com saudade da sua gordurosa e apimentada comida, ingerindo 258,6 toneladas de toucinho. Mano, tá foda.

Onde eu vou, me oferecem cerveja. As pessoas são muito cordiais comigo e, por educação, aceito tudo o que me oferecem, ocasionando uma acréscimo de 251 quilos em minha já prodigiosa pancinha.

Além disso, semana que vem volto à faculdade: isto é, garantia de cerveja e croissants de peito de peru por horas à fio. Provavelmente, estarei hipertenso aos 22 aninhos.

De qualquer forma, preciso de ajuda. O que fazer para manter a forma? Devo parar de comer? Devo xingar quem me oferece coisas boas para beber e comer? Devo usar xampu para manter alguns fios? Ou é melhor ligar o foda-se e ir pro forró pegar mulher feia? Há alguma dieta ideal?

Nem me digam que devo parar de beber ou fazer academia, caralho. Prefiro esperar que o Chapolin me deixe magro…