Salvem a música ruim!

Dou R$ 3,50 e um suco pra quem acertar quem são esses daí. Tentem!

Tudo bem com você hoje?

Normalmente, eu não tenho um tema na cabeça quando eu vou escrever aqui. Não sou um cara inspirado, mas minha esquizofrenia criativa sempre faz com que alguma coisa saia, uma combinação de palavrões que arranque pelo menos um sorriso tímido de alguém que está sendo açoitado por um chefe filho da puta.

Enfim, hoje estou aqui para fazer uma análise musical. Quero provar pra você, leitor de merda, que o que era ruim de se ouvir antigamente era muito melhor do que os lixos de atualmente. Na verdade, entre os meus amigos, percebo que toda aquela caralhada ruim se tornou ‘cult’ – Beto Barbosa agora nos remete a uma época inesquecível e que não volta mais. Porém, duvido que daqui a dez anos o meu irmão vai sentir nostalgia ouvindo happy rock.

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A 5ª série…

Mano, o cara tira foto com um coelho!

Mano, o cara tira foto com um coelho!

Eu havia prometido, em algum post antigo, fazer um post especial sobre a 5ª série. Entenda este termo como a fase em que você não é uma simples criança e nem um adolescente completo, não passa de um ordinariozinho com três ou quatro pentelhos nas bolas ou dona de um sutiã que é tão folgado quanto um pára-quedas, naqueles seios tão grandes quanto ameixas haitianas. Foda-se se esta fase foi na quarta ou na sexta. A quinta-série é sempre o período mais marcante do Ensino Fundamental. Entre 10 e 12 anos, você descobre que sente atração por pessoas do sexo oposto (ou não…), larga os brinquedos e passa a se divertir sozinho no banheiro, se você é um garoto, ou a beijar garotos mais velhos, se você é uma guria. É tanta coisa que não cabe em um simples lead. Vamos divagar um pouco mais sobre tudo isso e colocar um pouco de nostalgia neste coração de pedra? 

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