E aí um japonês veio ficar aqui em casa

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Só tive que censurar as tetinhas do meu irmão

Será que vocês sentiram falta do Quengaral? Alguém pelo menos se lembrava dele? Não? Tudo bem.

Tá muito frio, então eu resolvi escrever alguma coisa aqui.

Vou contar pra vocês uma história meio velha, mas que aconteceu bem depois do longo tempo sem postagens neste blog. Um tempo atrás, eu fui pro Japão. Acho que contei algo do tipo pra vocês. Daí, um dos meus amigos simplesmente teve a ideia de vir para o Brasil e visitar todos os amiguinhos deste país tropical. Um deles sou eu. Esse menino – um simpático japonês chamaddo Satoshi Kawamorita – passou por poucas e boas no nosso país. E é das aventuras do Satoshi que nós vamos falar hoje.

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Mais uma daquelas baladas acachapantes…

Bela bunda, tia!

Bela bunda, tia!

Sentiram saudade de mim?

Eu diria que sim, porque o blog anda bem das pernas. Tô até pensando em comprar um domínio, tirar o .wordpress.com e colocar o .com.br. Daqui sete anos, talvez esta porra sirva pra eu completar minha renda =)

Como escrevi há algum tempo, me tornei mais freqüentador de baladas nos últimos meses – hábito este que ceifa parcela considerável da bolsa-miséria destinada aos estagiários deste belo país. Ontem, fui em uma supimpa!

Resolvi escrever sobre esta passagem da minha vida porque, além de ter sido muito legal, esta balada reservou à minha vida episódios engraçados e, provavelmente, foi um dos rolês mais distantes de todos. Mas tudo bem, eu tenho compromisso com a loucura!

A festa era um Tequilada da Poli-USP, antro de asiáticos nerds –  se na USP é cheio de japonês, a escola de engenharia politécnica SÓ TEM JAPA! Aquele povo inteligente e que fica super vermelho quando bebe e fica falando de integral e derivada enquanto a galera dança, mija e gorfa. Continue lendo