Iguana revisited #7

Mais um convite à nostalgia, com um post super demais do meu antigo blog. Estava pensando em escrever mais coisas novas, porém tenho que me entreter sobre um tal de Consenso de Washington, para a aula de Política. Assim, mostro um post do ano passado: 

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Top 5 – Pessoas que assustavam minha infância

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O blog deu uma estagnada por estarmos passando uma semana mais ou menos conturbada na PUC – nem fomos ao bar esta semana. Hoje temos prova de Teologia, e também ler uma porção de coisa – já que ninguém presta atenção no professor… a gente tem que ler, né…

 Mas então… quando somos pequenos, mais coisas nos assustam do que quando maiores. Eu, como a criança normal que sempre fui, tinha meu sono perturbado por personalidades nefastas e assustadoras – e o pior é que alguns deles não me assustam mais nem fodendo – vi coisas mais feias enquanto crescia no admirável Reino do Sacomã. Palhaços, obviamente, me assustavam, mas não tem graça colocar algo que assustava a todos. Bom, vamos ao que interessa:

 #5- Gil Gomes / Carlos Alborghetti: Pra quem não se lembra, estes dois filhos da puta apresentavam programas semelhantes, de jornalismo (?) policial. Gil Gomes, mais famoso, apresentava o ético e refinado Aqui Agora – assustava as pessoas com aquela voooooz, fazia uma corcunda e fazia um movimento semelhante ao que um DJ faz em sua pick up:

 Alborghetti é mais conhecido pelos ‘LeiTCHEEE QuenNNnnte’ do Paraná. É (ou era) um apresentador centrado, calmo e educado. Preocupado com os direitos humanos, é uma pessoa agradabilíssma de se ver na TV. Com certeza pior que Gil Gomes, tinha um belo corte de cabelo e andava com um toalhinha, pois ele suava como um porco na Suazilândia:

 

 Tanto um como o outro, com seu pitoresco jeito de se fazer TV, conseguiam fazer com que eu pedisse pra minha mãe pra por na novela da Rede Glóbulo de Televisão!

 #4- Doutor Enéas Carneiro: – “Miasmas pútridos emanam do congresso em Brasília, contaminando o ar da metrópole. Mas o meu nome não exala odor mefítico, porque não chafurda no pântano da ignomínia!” – Enéas

 Este senhor, que após alguns biênios até se tornou uma figura aprazível para mim, fazia um real pandemônio em minha juvenil cabeça. Lembro da primeira vez que o vi, aos três anos de idade, em uma campanha política, parecida com isto: 

Sem maldade, esse video do Eneas é uma das coisas mais fodaas que eu já vi! 

#3- Dercy Gonçalves:

“Dercy trocou minhas fraldas e passou talco no meu bumbum” – Deus sobre Dercy Gonçalves

 Esta velha filha duma puta, que foi assassinada por sua rival (que quer tomar seu lugar), Hebe Camargo, sempre me assustou, até a sua morte, aos 1,2×10³¹ anos. Mais enrugada que um maracujá, esta agradável senhora só serviu mesmo para difundir a palavra mais utilizada pelos habitantes do Sacomã – POOOOOORRA! O engraçado é que diziam que seu cachorrinho era chamado assim.   

 

#2- Carlos Valderrama: Para quem não conhece de nome, este é um ex-jogador colombiano. Aliás, dos melhores que nasceram na República das Ervas – maior parceira comercial do Sacomã. O que deixava todas as criancinhas com medo não era seu futebol – jogador bom a gente tinha aqui – e sim, isto:

Mano, de boa, é uma das coisas mais feias que já existiram em toda a História. Tem uma irmã, nascida aqui no Brasil.

Para fechar… TCHANAM!

#1 – Professor Tibúrcio: Este é top. Provavelmente as pessoas nem se lembram dele, mas era um personagem do progrma Rá-Tim-Bum!, lá da TV Cultura. Era um programa educativo e contava com outras coisas que me davam medo – como o sensacional “Senta que lá vem história”. Era interpretado por Marcelo Tas.

O que me conflita até hoje é o motivo de, num programa infantil, colocarem um filha da puta desse, pintarem ele de branco e colocarem uma roupa preta num fundo monocromático. A música contribui muito, também. O clima se tornava assustador, mano! Pra terminar, o Professor entrava e saía de cena como um demônio, numa velocidade escalar média de 3650 mph:

Bom, nem precisa dizer que esses caras me traumatizaram e me fizeram crescer e me tornar este cidadão idiota que vos escreve, né…

 Beijos – e comentem, desgraçados!

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Iguana revisited #4

Esse, provavelmente, é o post mais visitado do antigo Iguana Sem Estilo. Causou certa polêmica, pois alguns pivetes analfabetos não entenderam o que eu escrevi e começaram a floodar com comentários escrotos e de uma burrice tremenda, defendendo o rock. Infelizmente, eu não tolero alguém que escuta Linkin Park e essas merdas que passam na rádio e quer me ensinar o que é rock. Que todos vão lamber ovo e que uma linguiça penetre o toba desses rapazes toda vez que ouvirem New Metal sejam felizes. Bom, sem rancor. Segue o post, para quem não vi, ou para quem já esqueceu e quer relembrar.
 

Porque ser roqueiro é uma MERDA!

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MAIDEN! |,,|

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Pra quem não sabe, nesta semana comemoramos o dia mundial do Rock (Na época em que foi postado, lógico). Imagino que 92,35% das pessoas nem tem noção disto, até porque, sendo realista, o ritmo musical cujo mais gosto é algo fora da preferência da maioria e até repudiado por alguns favelados. Se já não deixei claro aqui, assumo que meu coração não bate, acompanha riffs de guitarra – eu sou roqueirão, mano.
 
Condição essa que me faz ser enquadrado juntamente com outras tribos segregadas pelo mainstream, como nerds, gordos, mórmons e descendentes de bolivianos – e quem passa por segregação certamente deve achar a situação uma merda, daquelas marrons e que se enrolam numa arquitetura perfeita. Primeiramente, boa parte desses motivos se devem à REBELDIA da cambada do rock: desejando serem diferentes, se separam do “resto”.
 
Há motivos de sobra para demonstrar a merda em que os camisapretacabelãováamerdacomoaxé se encontram. Vamos lá?
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#5- Imortalidade do rock: Posso parecer herege, mas eu quero que o rock MORRA. Sabe por quê? Toda ‘modinha’ que aparece é derivada de uma vertente do rock, completamente diferente da maioria e formada por posers, isto é, forrozeiros travestidos de gente do mal. No fim dos anos oitenta, a moda era imitar o Manowar, uma banda de metal que achava que quem não era metaleiro tinha um intelecto semelhante ao de um pokemon. Após isso, surgiu o Nirvana de Kurt Cobain, um desgraçado esfarrapado, deprimido, triste e que cheirava como Teen Spirit, o perfume Avanço dos gringos. Após isso, vieram os emos, deprimidos, maquiados e com esperma no cabelo. Agora, temos os indies, que se proliferam cada vez mais – principalmente na Linha Verde do Metrô. Eles têm um quê intelectualizado e superior bem diferente ao dos outros, vide expoentes como Raul Galhardi e Roberta Roque, gatchenhos. O negócío é que a galera é meio diferente e o som é meio ruim… então, esse pessoal faz com que o Rock, tão supremo, continue com seus últimos suspiros e gorfando nos meus ouvidos. E aí não dá, né.
 
.#4- Estética: Grande parte dos roqueiros são beeeem diferentes do resto do pessoal. Moda? Não existe! A filosofia do vestuário é simples: usar o que ninguém, em sã consciência, usaria. Roqueiros, em grande parte, são feios como o demônio. Em vez de ser como Christina Aguilera, aquela delícia, as meninas ouvem Kelly Osbourne, filha do Cão Ozzy. Usar o cabelo lambido por uma vaca e na frente de um olho deixou de ser algo próprio de um pirata e se tornou prática comum entre os repugnantes emos. E para toda essa galera, se você for roqueiro e bonito, provavelmente parece uma bichona – vide David Coverdale, do Whitesnake, que canta muito. Mas fodão é o Joey Ramone!
 

#3 – Tendências homossexuais: nada contra. Porém, o fato é que o percentual de vocalistas homossexuais é enorme e alguns pensam que “se o cara que canta é veado, quem ouve também é” – animais. hahaha. Alguns desses caras já estavam fora do armário desde o começo. De tupiniquins, podemos citar Renato Russo (a bicha que dá no escuro) e Cazuza (a que dá no palco) – ambos davam sem camisinha e sentaram no colo do capeta. Podemos citar também a bicha que ninguém desconfiava e se revelou depois, Rob Halford, do Judas Priest e a bicha-mor, do Queen, Freddie Mercury, o maior vocalista da História.
Além do mais, fora a pitada de preconceito, é inegável a feminilidade dos Emos e que alguns, nem todos, queimam a rosquinha que Deus deu. Sendo assim, os pagodeiros, forrozeiros e entulhos afins declaram que todo roqueiro é viado, além do mais ‘o rap é o som, truta.’.

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.#2 – Memória: roqueiro, ao contrário dos outros, tem memória. Pra ser uma banda boa, não dá pra ser de um sucesso só, tem que ter uma carreira. E isso FODE com grupos que não têm talento para mais que uma canção famosa. Normalmente, músicas solitárias de bandas de rock caem no gosto popular, assim como a música do Rocky Balboa e a música do Assovio. Portanto, Survivor e Scorpions estão, para o brasileiro idiota, como P.O. Box e o lendário grupo Molejo. ANDREZAAAR!.
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E o mais importante… 

#1 – Todo roqueiro é FILHO DO DEMÔNIO! A maior merda que já ouvi falar. Obviamente, há oportunistas, como o fétido Ozzy Osbourne, que mordia morcegos e o Gene Simmons – aquele da língua grande -, que adorava pôr a língua pra fora e jorrar sangue. O problema é que NENHUMA música dos dois sequer CITA o Cramunhão! Ainda há exemplos de bandas como o Iron Maiden, que sempre utilizou mascotes monstruosos e ficou famoso com “The Number Of The Beast” – apologia ao Demo, NÃO HÁ, em NENHUMA música. Nada a ver. E esses funks que ficam aí na favela, carai? ISSO é coisa do Capeta, haha!
 
Roqueiro sofre um preconceito danado, viu… é uma merda, mas de merda todo mundo tem um pouco (:
 
LONG LIVE ROCK AND ROLL – THE TRUE!

Iguana revisited #3

Estou sem tempo pra escrever — panorama que, provavelmente, continuará por um bom tempo com a volta ao maconhal à PUC. Por ora, releiam (ou conheçam) um dos top posts do semimorto Iguana sem Estilo. Vamos lá!

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Top 5 – merendas saborosas

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Como não falei muita coisa de mim até hoje – não tive a decência de fazer um blog sério – não disse que estudei em escolas municipais do longínquo ano de 1995 até 2005. Época que convivi com pessoas bonitas, educadas e instruídas para o bem de todo o Brasil, mas isso fica para um dia qualquer.
 
O que interessa, meus amiguinhos, é que durante este período nos alimentavam durante o período escolar. Sim, pessoas da Avenida Paulista e arredores, eles distribuem lanches nas escolas, não tem cantina e coisas do tipo. E eu tava lembrando das agradáveis situações que às vezes a gente passava na escola: a merenda era de excelente qualidade. Hoje, arrebatado pela nostalgia, tive vontade de compartilhar com todos as suculentas iguarias que nos enfiavam goela abaixo:
 
#5 – A laranja – ‘Nossa Dedé, o que uma laranja tá fazendo nesta lista?’, perguntou meu irmão. O problema era que essa simples fruta cítrica era tão ácida, mas tão ácida, que a laranja do Sacomã é hoje utilizada como vinagre pelos habitantes do bairro. Eu parei de comer laranja por alguns anos devido a um furúnculo na ponta da língua que a deixava tão escamosa quanto o iguana que decora o blog. Me fodi.
 
#4 – A maçã e a banana – Voltando às frutas, lembrei que às vezes a Marta Suplicy  nos presenteava com uma dessas peculiares e exóticas frutas como sobremesa. Na tua escola, seu viado, tem pudim e sorvete de creme de sobremesa; no Sacomã, frutas.
 
Fruta, bah! Fruta faz bem a saúde e não tem salmonela. Não entope as nossas amadas artérias e vasculares afins. Mas o problema não era esse. As frutas que nos davam apresentavam pequenas putrefações, que faziam com que o Thales, um coleguinha nosso, peidasse pra caralho. Houve um dia que o Cocrete (o Thales não gostava de ser chamado assim, mas a gente mandava ele se foder se reclamasse) bufou tanto, mas tanto, que tivemos aula no pátio, para que suas bombas de metano e maçã podre se dissipassem com mais facilidade. Para fechar, fazíamos épicas batalhas com as maçãs (com a banana pegava mal): dividíamos as 500 criancinhas em dois grupos, um de cada lado do pátio, e começávamos a atirar com toda a força. Até naquele lugar eu levei maçã, maaano.

 #3 – Sanduíche de patê

 O problema deste pitoresco lanchinho de patê – aquilo, feito de presunto, que mamãe põe na sua torradinha, veado – é a procedência dos ingredientes que as velhas merendeiras utilizavam, pois ele era de salsicha, segundo a tiazinha merendeira, mas parecia de presunto e tinha gosto de cachorro.
Como desde criança eu curtia esse negócio de jornalismo e tal, perguntei para a Filó, minha Tiazinha merendeira favorita, do que era feito o patê. Aí ela me disse, ‘num fala pa ninguém não, viu, fio? É de salchicha, mas a gente botamo uma aguinha pra rendê, neh?’. Nada de mais, exceptuando-se o momento em que eu, já longe da Tia, ouvi o grito ‘Zeeeefa, segura esse gato que hoje é o dia dele!’
o_O
Sorte que eu nunca tinha comido esse patê miau aí =D
 
 
#2 – O leite – Na época em que minha vida acadêmica começou, principiava-se também a distribuição gratuita de dois quilos de leite em pó por mês, para cada pseudo-delinquente das escolas municipais. Sim, jovem tolo, era de graça. Meu irmão ganha até hoje.
 
Bom, só que nós pensávamos que o governo também só devia dar dois quilos de leite por mês para a cozinha da Escola. O leite era extremamente diluído – percebíamos com mais clareza no dia dos Sucrilhos, que eles metiam na canequinha de leite. Também percebíamos gostos diferentes do leite, além de texturas que fogem ao que eu entendo por leite. Hoje, acho que colocavam cal, farinha, tinta e coisas do tipo. Torço para que nada mais branco (é, aquilo que você pensou) tenha aditivado nossa bebida láctea.

Anyway… and the winner is…

 

 #1 – Os ovos multicor – Eu sabia que você estava sentindo falta dele! ‘O lanchinho que trazia todo dia uma surpresa para você! O único em 14 tonalidades exclusivas de gema! Cada cor tem uma bactéria diferente também… você pode contrair de pênfigo e gonorréia, a aids e ebola!’Esse eu nunca tive coragem de comer. Era um dos motivos pelo qual o Thales (o da maçã) era tão odiado por seus coleguinhas.

As tias desgraçadas viam aqueles com gemas azuis, roxas, púrpuras, verdes, listradas e tal, e não faziam nada. Só falavam, ‘come aí, sa porra’… eu sempre dava o meu pro Thales. Brincávamos também de futebol e o clássico Rolinho-Porrada, motivo para posts futuros.
 
Bom, quer coisa mais sem estilo que uma escola municipal? Ainda mais do Sacomã? Eu teria medo e sairia desta merda de blog o mais rápido possível.

Iguana revisited

De vez em quando, abrirei espaço para a nostalgia e transcreverei alguns posts meus do Iguana sem Estilo, só para matar a saudade e fazer vir à tona as sensações excitantes daquele blog maravilhoso. Hoje o post é:

Eu vou parar meu carro na frente do cabaré…

 
Hoje, acordei ao som de um ritmo músical digno das minhas tradições nordestinas. Bateu uma puta saudade do Ceará – lugar Pai d’égua da peste! Tanto que desenterrei uma música maravilhosa – cujo primeiro verso é o título da minha postagem hoje – que regeu minhas férias dos últimos anos, regadas a etanol e libertinagem.
 
Bom, o post hoje vai tratar sobre…
 
… a Visão (preconceitosa?) de um paulistano sobre as terras ‘de onde canta a jandaia’
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A partir de agora, escreverei em cearês. Segure os cintos
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Rapá, o Ceará é um lugar quente de rachar o quengo, macho véi. O povo do Ceará é que nem mangangá, meu véi – todo lugar dexe Brazilzão tem um cearense – aquele caba que te atendeu na padaria, rapariga, é primo dexe caba que tá lhe escreveno aqui, visse? Ertudos mostram que metade dos caba do Brasil tem descendença cu povo do Ceará.
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Marrintão, eu sô de Tauá, sabe? Ali pertim da Várzea do Boi, onde tem us cabaré, sabe? É, macho, pertim de Quiterianópi. Valamedeus, pense num lugar bonito!
  

    Exe caba aí é eu mermo…

 

Pense num lugar graaaande. Rapar, ali num chove de jeito maneira! Deve chuver no máximo uma vez ao ano, ali na época das água de março. Cuono chove, o povo vai todo pras calçada. As veinha param de fofocar e até dão beijú pras criança. O coroné doa feijão pras famia mais pobre. Ar labigoda ficam tudo filiz, os soinho sai tudo da mata, macho. O céu todo azul, rapá. Peeense num negócio bonito da perte. No domingo depois da chuva, o prefeito faz um forró no meio da rua. O açude sangra!Todomundovaiterumbardedeáguaprorertodoanomaaaachoveeeei! Eita, fiquei tão feliz que atropelei as palavra.

Em Tauá não tem polícia. A PM do Ceará saiu da delegacia e o Chico Milton, compadre da minha mãe (Sério!!!) ferrumrertaurante pupovo comer buchada. Todos os findiano, os conterrâneo de São Paulo, Rio de Janeiro, Governador Valadares e Bucareste vortam pro Ceará, né, pra passar as féria.

EITA PAU!

Aparelhinho de som cearense

Rapá, é bomdimais! Entra dinheiro na cidade, pois os forrozeiros playboys cearenses voltam a fim de dançar forró e beber cachaça, carai! Com seus carros conquistados através de golpes – e com uma modesta aparelhagem de som – eles vêm e ar quenga de Tauá caem em cima, macho – elas podem conseguir uma sandália ou um saco de açúcar de presente se o vucovuco for bem feito. O meu azar é que eu não tinha carro. Mas tudo bem, eu não sou tãão espezinhado – e bastava eu falar a palavra mágica, divagazinho – “Sãão Paaulo”! Aí elas já sabem a origi do caba né. E a gente pega ;D.

E tem o mé, também, maaacho. Rapar, ar fulegare que tem no Ceará iam ser tudo paia sem a cachaça. Fiquei cheio dos pau, mutcho loko, pela primeira vez, lá no Ceará. Eita pau! Ypióca da boa. Eu lembro que o caba que tocou a sereshta até ria de mim! Devo ter pegado uma pá de cotovia esse dia, visse!

Outra corra. Tauá fica na divisa com o Piauí, né? Bando de fidiputa. Rão se lascá, seus fidiquenga! Renha ficá frescando no meu blog não. Bando de piauiensa safado. Tudo uns caxaprega, vão pa baxa da égua, carai! Venha botar boneco aqui não, porra!

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“Leve um casaco”

Frase dita para um piauiense que vai ao Ceará

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Só pra terminá, que tá chegano a hora do armoço e depois eu vou sestar… um dia, os cearenses vão tudo dominá esse mundão de Deus, com a ajuda do Padim Ciço. Nós semos tudo mais desenvolvido que esse povo todo aí, macho. Ou rocê acha que aquele cabeção é à toa, macho?

Simbora pro Ceará, rapar. Se avexe e num fique frescano aí não!

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Acabou o cearês. Não foi difícil entender, vaai…
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Qualquer dúvida, pergunta que eu tento traduzir. ;D