Iguana revisited #4

Esse, provavelmente, é o post mais visitado do antigo Iguana Sem Estilo. Causou certa polêmica, pois alguns pivetes analfabetos não entenderam o que eu escrevi e começaram a floodar com comentários escrotos e de uma burrice tremenda, defendendo o rock. Infelizmente, eu não tolero alguém que escuta Linkin Park e essas merdas que passam na rádio e quer me ensinar o que é rock. Que todos vão lamber ovo e que uma linguiça penetre o toba desses rapazes toda vez que ouvirem New Metal sejam felizes. Bom, sem rancor. Segue o post, para quem não vi, ou para quem já esqueceu e quer relembrar.
 

Porque ser roqueiro é uma MERDA!

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MAIDEN! |,,|

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Pra quem não sabe, nesta semana comemoramos o dia mundial do Rock (Na época em que foi postado, lógico). Imagino que 92,35% das pessoas nem tem noção disto, até porque, sendo realista, o ritmo musical cujo mais gosto é algo fora da preferência da maioria e até repudiado por alguns favelados. Se já não deixei claro aqui, assumo que meu coração não bate, acompanha riffs de guitarra – eu sou roqueirão, mano.
 
Condição essa que me faz ser enquadrado juntamente com outras tribos segregadas pelo mainstream, como nerds, gordos, mórmons e descendentes de bolivianos – e quem passa por segregação certamente deve achar a situação uma merda, daquelas marrons e que se enrolam numa arquitetura perfeita. Primeiramente, boa parte desses motivos se devem à REBELDIA da cambada do rock: desejando serem diferentes, se separam do “resto”.
 
Há motivos de sobra para demonstrar a merda em que os camisapretacabelãováamerdacomoaxé se encontram. Vamos lá?
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#5- Imortalidade do rock: Posso parecer herege, mas eu quero que o rock MORRA. Sabe por quê? Toda ‘modinha’ que aparece é derivada de uma vertente do rock, completamente diferente da maioria e formada por posers, isto é, forrozeiros travestidos de gente do mal. No fim dos anos oitenta, a moda era imitar o Manowar, uma banda de metal que achava que quem não era metaleiro tinha um intelecto semelhante ao de um pokemon. Após isso, surgiu o Nirvana de Kurt Cobain, um desgraçado esfarrapado, deprimido, triste e que cheirava como Teen Spirit, o perfume Avanço dos gringos. Após isso, vieram os emos, deprimidos, maquiados e com esperma no cabelo. Agora, temos os indies, que se proliferam cada vez mais – principalmente na Linha Verde do Metrô. Eles têm um quê intelectualizado e superior bem diferente ao dos outros, vide expoentes como Raul Galhardi e Roberta Roque, gatchenhos. O negócío é que a galera é meio diferente e o som é meio ruim… então, esse pessoal faz com que o Rock, tão supremo, continue com seus últimos suspiros e gorfando nos meus ouvidos. E aí não dá, né.
 
.#4- Estética: Grande parte dos roqueiros são beeeem diferentes do resto do pessoal. Moda? Não existe! A filosofia do vestuário é simples: usar o que ninguém, em sã consciência, usaria. Roqueiros, em grande parte, são feios como o demônio. Em vez de ser como Christina Aguilera, aquela delícia, as meninas ouvem Kelly Osbourne, filha do Cão Ozzy. Usar o cabelo lambido por uma vaca e na frente de um olho deixou de ser algo próprio de um pirata e se tornou prática comum entre os repugnantes emos. E para toda essa galera, se você for roqueiro e bonito, provavelmente parece uma bichona – vide David Coverdale, do Whitesnake, que canta muito. Mas fodão é o Joey Ramone!
 

#3 – Tendências homossexuais: nada contra. Porém, o fato é que o percentual de vocalistas homossexuais é enorme e alguns pensam que “se o cara que canta é veado, quem ouve também é” – animais. hahaha. Alguns desses caras já estavam fora do armário desde o começo. De tupiniquins, podemos citar Renato Russo (a bicha que dá no escuro) e Cazuza (a que dá no palco) – ambos davam sem camisinha e sentaram no colo do capeta. Podemos citar também a bicha que ninguém desconfiava e se revelou depois, Rob Halford, do Judas Priest e a bicha-mor, do Queen, Freddie Mercury, o maior vocalista da História.
Além do mais, fora a pitada de preconceito, é inegável a feminilidade dos Emos e que alguns, nem todos, queimam a rosquinha que Deus deu. Sendo assim, os pagodeiros, forrozeiros e entulhos afins declaram que todo roqueiro é viado, além do mais ‘o rap é o som, truta.’.

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.#2 – Memória: roqueiro, ao contrário dos outros, tem memória. Pra ser uma banda boa, não dá pra ser de um sucesso só, tem que ter uma carreira. E isso FODE com grupos que não têm talento para mais que uma canção famosa. Normalmente, músicas solitárias de bandas de rock caem no gosto popular, assim como a música do Rocky Balboa e a música do Assovio. Portanto, Survivor e Scorpions estão, para o brasileiro idiota, como P.O. Box e o lendário grupo Molejo. ANDREZAAAR!.
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E o mais importante… 

#1 – Todo roqueiro é FILHO DO DEMÔNIO! A maior merda que já ouvi falar. Obviamente, há oportunistas, como o fétido Ozzy Osbourne, que mordia morcegos e o Gene Simmons – aquele da língua grande -, que adorava pôr a língua pra fora e jorrar sangue. O problema é que NENHUMA música dos dois sequer CITA o Cramunhão! Ainda há exemplos de bandas como o Iron Maiden, que sempre utilizou mascotes monstruosos e ficou famoso com “The Number Of The Beast” – apologia ao Demo, NÃO HÁ, em NENHUMA música. Nada a ver. E esses funks que ficam aí na favela, carai? ISSO é coisa do Capeta, haha!
 
Roqueiro sofre um preconceito danado, viu… é uma merda, mas de merda todo mundo tem um pouco (:
 
LONG LIVE ROCK AND ROLL – THE TRUE!
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