Taca o pau no forrozão do Quengaral!

 
Chimba, the god! \\m/

 O post sobre pagode de burguês foi um sucesso!  

Vamos falar sobre mais um tipo de balada, analisando duas faces da moeda. Como genuíno cearense que sou, vou mostrar o que é o genuíno forró, o da minha terra, e o forrozinho que a galera escuta aqui em São Paulo — que não deixa de ser uma das ‘músicas de burguês’ do outro post.

A variação do forró que surgiu primeiro foi a do Nordeste (AH VÁÁ! ¬¬), que foi trazida para as paragens de Sum Paulo junto com a cearensada que começou a dominar esta porra deste a industrialização. Depois, a galera mais rica e de descendência européia viu que dava pra fazer bastante putaria dançando forró e adotou a festa, com profundas modificações, porém. Vamos ver a diferença? Então continua lendo!  Continue lendo

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A 5ª série…

Mano, o cara tira foto com um coelho!

Mano, o cara tira foto com um coelho!

Eu havia prometido, em algum post antigo, fazer um post especial sobre a 5ª série. Entenda este termo como a fase em que você não é uma simples criança e nem um adolescente completo, não passa de um ordinariozinho com três ou quatro pentelhos nas bolas ou dona de um sutiã que é tão folgado quanto um pára-quedas, naqueles seios tão grandes quanto ameixas haitianas. Foda-se se esta fase foi na quarta ou na sexta. A quinta-série é sempre o período mais marcante do Ensino Fundamental. Entre 10 e 12 anos, você descobre que sente atração por pessoas do sexo oposto (ou não…), larga os brinquedos e passa a se divertir sozinho no banheiro, se você é um garoto, ou a beijar garotos mais velhos, se você é uma guria. É tanta coisa que não cabe em um simples lead. Vamos divagar um pouco mais sobre tudo isso e colocar um pouco de nostalgia neste coração de pedra? 

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