Jurubatuba Feelings

O caminho do meu trabalho até a faculdade...

O caminho do meu trabalho até a faculdade...

 

Olá, porra! 

Tudo bem com vocês hoje? 

Faltou eu dar as boas-novas sobre o meu trabalho novo e pela semana divertida por que passei, não? Hahaha 

Basicamente, o trabalho tá legal. Mas o que realmente me faz escrever hoje é sobre a dificuldade de transporte daquele lugar, que fica encravado entre a puta que pariu e a casa do caralho, próximo da linha lilás do metrô, que não leva nada a lugar nenhum! É foda, cara… e o melhor, conheci duas coisas sensacionais nesta semana: uma Esmeralda e um Diamante… a minha nova vida se resume a duas palavrinhas: JURUBATUBA FEELINGS, moleeeque! 

Para os desavisados, eu não mexo com pedras preciosas. E é até melhor explicar esta história pra vocês, e transformar um pouquinho desta loucura da porra em coisas para as pessoas acharem o maior barato. 

Labuta

 
Cala a boca, porra!

O trabalho. Sem ele, a esmagadora maioria das pessoas deste país estaria fadada à fome e a abstinência alcoólica. Eu diria que gostar de trabalhar é algo que não se encontra facilmente. Particularmente, eu não trabalharia se pudesse – assim como você também não – apenas viveria com os lucros bancários da poupança do meu riquíssimo papai. Mas como não é o caso, caí na espiral estudo-trabalho-janta-cama, a maior merda da tal pós-modernidade que os professores da faculdade tanto falam.    

Necessitamos de dinheiro e o conseguimos cedendo a nossa força de trabalho. E o pior é que estudamos boa parte de nossas vidas, nos especializamos para fazer o que pensamos que seria menos chato, nos formamos e pensamos, ‘nossa, QUE MERDA QUE EU FIZ!’. Eu tenho certeza de que nunca vou amar meu emprego, pois só de estar preso (nem que seja por meia hora) a algum cronograma, horário ou qualquer dessas porras, eu já me sinto mal. Todos os trabalhos têm os seus defeitos, que farão você ansiar ardorosamente em voltar para a sua casa na Vila Missionária em uma fétida lotação saída do igualmente fétido Terminal Jabaquara, ouvindo aquele funk ‘é o pente, é o pente, é o pente’. Vamos reforçar alguns pontos que fodem o nosso ambiente de trabalho!  

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