Ah, o happy hour…

É impressionante como a minha internet teima em falhar aos domingos. 

 No dia em que eu estou em casa, sem absolutamente NADA a fazer a não ser coçar freneticamente o meu saco, a porra da minha conexão de internet cai sem motivo aparente. Daí, não cumpro a promessa de escrever algo novo no blog e todos pensam: ‘ah, o Adriano é um vagabundo!’ Não que eu não seja um, mas adoro escrever idiotices, em vez de coisas interessantes para a minha ascensão profissional – e faço questão de atualizar o Quengaral quando tenho a oportunidade.    

De qualquer forma, as imagens dos gráficos do último post tavam dando problema – aqui aparecia normal, mas em outros lugares, não – de qualquer forma, fiz upload das fotos na internet e espero que não dêem mais problemas. Apreciem sem excesso o próximo post também. E todos os outros. Continuando a série de posts sobre o trabalho, vamos falar hoje sobre o happy hour, momento mais sagrado do que o sábado judaico, o domingo cristão e a quarta do Zeca Pagodinho juntos.  A sexta-feira, para o trabalhador assalariado e universitário vagabundo, é o melhor dia da semana. Mesmo o sábado e o domingo servindo de descanso, não há nada melhor do que falar para o chefe ‘Tchau, seu filho da puta . Até semana que vem’ e não ouvir reclamações por dois dias, além de usar indiscriminadamente  twitter e orkut até dar gangrena nos dedinhos.     

 Após se despedir afetuosamente do patrão, você reúne a galerinha sedenta por uma cerveja para se sentar em algum moquifo qualquer – e aí começa a merda.   Continue lendo

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Falando em merenda…

Essa mulher parece um dejeto…

Tava repostando o post das merendas e reparei num negócio…Por mais tempo que passe, aquela mulher que era merendeira na época em que você tinha seis anos (e que naquela época já dava sinais de que iria pro saco iminentemente), por mais tempo que passa, SEMPRE ESTARÁ LÁ? As velhas são imortais, tipo a Hebe, saca?

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Alguns anos depois, você volta à sua escola, seja para pegar um documento perdido, ou para ir buscar o seu irmão meno (o meu caso), ou para fazer cocô naquele banheiro fedorento que te traumatizava, sei lá… aquela simpática velhinha sempre lembrará de você… e ocorrerá o seguinte diálogo:
 
 — Nossa, como você cresceu, meniiiino! — diz a velhota
— Pois é…o tempo passa — retruca o jovem aluno
— Realmente… a gente fica velha…
Magina… você já parecia o Gandalf quando eu era pivete está ótima!
— Obrigada, Milton… já está na faculdade?
Meu nome é Adriano, velha idiota do caralho. Já, estou fazendo jornalismo…
— . . .
— Que foi?
— Ah, é que você seria um bom partido para minha filha se tivesse fazendo outro curso… mas prefiro que ela não morra de fome…
E eu não queria comer aquela nojentinha de teta murcha! Bem, acontece… vou indo…
— Beijo, lindo!
 
A vida é foda, mesmo…  quem é vivo, sempre aparece!